domingo, 27 de março de 2016

5º dia: de Urubici a Cambará do Sul

Na noite anterior pesquisamos na internet, utilizando um computador do SESC (gratuitamente!) e os mapas rodoviários dos estados de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, as opções de estradas para irmos de Urubici para Cambará do Sul. A 1ª era uma estrada quase toda sem pavimentação, com aproximadamente 173 km, passando em São Joaquim e em São José dos Ausentes. Outra seria descermos a Serra do Rio do Rastro e pegarmos a BR-101, até perto de Torres, entrarmos para Praia Grande (RS) e rodarmos uns 22 km de terra até Cambará (359 km no total). E a última, a que escolhemos por ser totalmente pavimentada, era irmos a São Joaquim, depois Lages, em seguida Vacaria, onde entraríamos para Bom Jesus, Tainhas e, finalmente, Cambará do Sul, depois de rodarmos por 456 km. Então, depois do café da manhã, de arrumarmos as bagagens no porta-malas do carro e pagarmos o restante da conta, despedimo-nos da Tayonara, agradecendo sua atenção por tudo. Abastecemos e seguimos para São Joaquim, onde nem paramos. É uma cidade maior, com trânsito mais pesado e que deve ser muito legal quando está frio e nevando! Dali fomos até Lages, onde fizemos um pequeno lanche, afinal já passava do meio-dia e meia... Em Vacaria passamos direto pela entrada para Bom Jesus: paramos para perguntar e tivemos que retornar por uns 3 km. O trecho da BR-285 tem algunmas pequenas interrupções da pavimentação e requer bastante atenção. Um pouco antes de alcançarmos Tainhas pegamos um temporal, mas como o trânsito de veículos estava bastante leve, passamos sem problemas. Uns 10 km antes de Cambará do Sul também choveu muito e chegamos lá debaixo de água. 
Num posto de gasolina, já na cidade, obtivemos as informações de como chegar na "Pousada Recanto das Gralhas", onde fomos recebidos pelo Edson, o proprietário, muito gentil, que nos acomodou no "Ninho das Curicacas", nome de uma ave bastante comum no sul do Brasil mas que, infelizmente, está em extição... Depois de um reconfortante banho, pedimos ao proprietário umas dicas para jantar e ele nos forneceu a lista com diversas opções. Escolhemos ir ao "Zuppa", especializado em sopas, o que iria cair muito bem depois de mais de 6 horas de viagem um tanto quanto tensa e cansativa. A casa só abriria às 19:00 h e, como ainda faltavam uns 20 minutos, ficamos numa loja de souvenires, ao lado, pesquisando e batendo um papo com a proprietária, muito simpática. 

capeletti no Zuppa

Chegou a hora, então, do jantar. Só eu e minha esposa estávamos no restaurante. Escolhemos uma porção de bruschettas, eu pedi um capeletti e ela uma creme de ervilhas. Tomamos uma cerveja, serviram a entrada e, quando chegaram as cumbuquinhas com as sopas, foi uma decepção: pouca quantidade e nada especiais, inclusive as torradinhas que acompanhavam pareciam que estavam aguardando para serem servidas há tempo! A conta? Surpreendentes R$82,00 (cada sopa custou entre R$25 e R$28!). Pagamos, voltamos para a pousada e fomos dormir.

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